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Ensino a distância: veja respostas para as dúvidas mais frequentes

Postador por: Marcilene Scantamburlo Fonseca Quinan
Publicado em: sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Categoria: Educação

    Assim como o presencial, o curso a distância tem provas, exercícios, notas mínimas e repetência CONCEITO O que é ensino a distância? Segundo a Abed (Associação Brasileira de Ensino a Distância), fazem parte do ensino a distância (EAD) os cursos nos quais mais de 70% do conteúdo é desenvolvido por meio de atividades que não exigem que aluno e professor estejam no mesmo espaço, na mesma hora. O material pode chegar ao estudante por diversos meios, como rádio, satélite, correio ou internet –recurso mais comum atualmente.  Quem pode fazer EAD? Não há restrições em relação ao perfil do aluno. Assim como em cursos presenciais, porém, os cursos a distância têm pré-requisitos segundo o nível de escolaridade: para fazer uma graduação é preciso ter concluído o ensino médio, por exemplo. Além disso, o aluno precisa ter acesso à infraestrutura mínima exigida pela instituição, como computador ou telefone. Um curso a distância é mais fácil que um presencial? Não. Os cursos a distância, assim como os presenciais, têm exames, trabalhos, frequência, notas mínimas e repetência, exigindo tempo e dedicação. Para muito estudantes, contudo, a modalidade é mais fácil porque oferece mais liberdade para estudar em um ritmo diferente do tradicional. Quais as vantagens de se fazer um curso a distância? De maneira geral, as três principais vantagens são: montar a própria rotina de estudos, dedicando-se às aulas nos horários mais convenientes ao aluno; economizar tempo ou dinheiro com o des ...

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Mercosul e União Europeia lançam escola virtual

Postador por: Marcilene Scantamburlo Fonseca Quinan
Publicado em: quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Categoria: Educação

Foi lançada em Brasília ontem (6/12), a Escola Virtual do Mercosul, rede de formação e capacitação virtual, integrada por especialistas e instituições com representação nos quatro países do bloco, que tem como objetivo desenvolver a economia digital e promover a integração econômica nesse âmbito. A escola é um dos principais resultados do projeto Mercosul Digital, iniciativa de cooperação internacional entre a União Europeia (UE) e o Mercosul, e conta com financiamento para 27 meses. Envolve cursos de capacitação online, serviços de informação e comunidades de prática, para micro, pequenos e médios empresários, instituições de ensino e pesquisa, e organizações, dos setores privado e público, nas esferas federal, estadual e municipal, além de atores da sociedade civil. As temáticas desenvolvidas prioritariamente são da área de comércio eletrônico e abordam assuntos como negócios pela internet, segurança em assinatura digital e eletrônica, redes sociais e posicionamento web, aspectos legais, regulatórios, tributários e alfandegários de comércio eletrônico. Como principais beneficiários, estão listados: empreendedores, produtores rurais, associações profissionais e organizações públicas que promovem pequenos negócios ou a sociedade da informação. O diretor da Fundação espanhola Centro de Educação a Distância para o Desenvolvimento Econômico e Tecnológico (Ceddet), Miguel Ángel Feito Hernandez, destacou que o setor em questão “tem grande potencial de criar riqueza e é motor de integraç&at ...

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Convite para Webinar: Tablets, computadores e novas tecnologias na educação: modismo ou novo paradigma?

Postador por: Marcilene Scantamburlo Fonseca Quinan
Publicado em: segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Categoria: Educação

  No fim do século XIX, visionários da educação acreditavam que os cursos por correspondência substituiriam as salas de aula. Em 1910, Thomas Edison declarou que o cinema educativo revolucionaria o ensino em dez anos. Ao longo do século passado, vivemos vários desses ciclos na educação, com computadores, celulares, tablets, “um computador por criança”, jogos, vídeos educativos e educação online. No início de cada ciclo, as novas tecnologias são introduzidas com grande expectativa e entusiasmo. Invariavelmente, alguns anos depois, críticos contestam a eficácia das novas tecnologias, alegando que elas não trazem os resultados esperados, e que devemos "voltar ao básico". A prometida revolução fracassa: pais e escolas voltam ao ceticismo sobre as tecnologias educacionais; o financiamento acaba; projetos são cancelados; e eventualmente as escolas voltam aos métodos tradicionais de ensino. Estes ciclos se tornam ainda mais dramáticos nos dias atuais, em que a tecnologia se desenvolve em ritmo acelerado. As promessas de revolução têm confundido a opinião pública, escolas e o governo, e instigado críticos que nem sempre entendem o potencial dessas inovações tecnológicas. Afinal, qual é o real papel das tecnologias na educação? Será que elas deveriam substituir professores, eliminar livros, atingir regiões distantes do país, tornar a educação mais acessível, permitir o ensino de novos conteúdos, facilitar a implementação de pedagogias construtivistas centradas nos alunos, ou tornar o aprendizado divertido? Como a recente discussão sobre tablets nas escolas se encaixa nesse debate? Estamos presenciando um novo ciclo ...

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Universidades privadas, em crise, demitem e fecham unidades no RJ

Postador por: Marcilene Scantamburlo Fonseca Quinan
Publicado em: quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Categoria: Educação

RIO - Depois de 38 anos de dedicação a uma instituição, um professor pode até esperar ser demitido. Mas receber esta notícia na véspera do Ano Novo, por telegrama, deixou um mestre arrasado, até porque ele sabe que não está só. No fim de dezembro, estima-se que somente a Universidade Gama Filho, onde ele trabalhava, dispensou cerca de 300 funcionários, incluindo técnico-administrativos. Corte de pessoal, no entanto, é apenas um dos problemas enfrentados por universidades particulares do Rio. Afetadas pela má gestão, segundo especialistas em educação, elas também atrasam salários, não depositam o fundo de garantia dos trabalhadores e, sem alternativa, chegam a fechar as portas. A tradicional Universidade Santa Úrsula, que já teve um dos vestibulares mais concorridos entre as instituições privadas do estado, acaba de suspender as atividades. Sequer fez seleção para 2012. - Bate uma tristeza ver o que está acontecendo. Parece que a administração quer desmantelar a universidade - diz o professor demitido pela Gama Filho, que não quer se identificar. No ano passado, a universidade passou a ser administrada pelo grupo Galileo Educacional, que, em nota, informou que está fazendo "reestruturação administrativa e acadêmica, com o objetivo de oferecer infraestrutura adequada ao ensino de qualidade". No comunicado, diz que a mudança de natureza jurídica da mantenedora, antes filantrópica, causou um impacto de 25% nos custos da instituição relativos à tributação. Os alunos sentiram no bolso o peso desse percentual. No curso de Medicina, a mensalidade de R$ 2.700 passou para R$ 3.450. - Pagava R$ 690, mas até dia 5 tinha 20% de desconto. Agora &eacu ...

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Educação e Internet: uma evolução no aprendizado

Postador por: Marcilene Scantamburlo Fonseca Quinan
Publicado em: quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Categoria: Educação

Caros leitores, neste mês de setembro eu completo cinco ano como articulista no iMasters, e isso pra mim é motivo de muita alegria. Aprendi muito com vocês e tentei sempre retribuir com bons textos, claros, simples e com conteúdo relevante. A todos vocês, meu sincero obrigado. E vamos ao novo texto! Conforme tratamos no artigo anterior , a Educação é uma das áreas mais motivantes para a implementação de novas práticas através do uso das novas tecnologias, em especial as da chamada web 2.0. Educação e Internet, uma boa idéia Um dos principais objetivos a serem alcançados é permitir que especialmente os professores possam ter contato com novas tecnologias e usufruam dos seus benefícios. A tecnologia abandona seu papel de mundo novo, distante e secreto para muitos e passar a ser companheira do professor, que passará a usá-la em seu dia-a-dia, dando asas a sua imaginação, utilizando a criatividade a seu favor, fortalecendo o processo pedagógico envolvido no aprendizado. Um dos inúmeros benefícios constatados é que ao utilizar essas ferramentas disponíveis na chamada web 2.0, tanto o professor quanto os alunos envolvidos participam de uma interação, gerando conhecimento, e que essa experiência pode ser enriquecida com a participação de outros, como por exemplo alunos e professores de outras turmas. Também podemos pensar que o conhecimento gerado pode ser utilizado por outros, como alunos e professores até de outras escolas, criando, assim, nos demais envolvidos, uma fonte de inspiração para melhores trabalhos, fazendo com que todos possam aproveitar o conhecimento gerado e, através desse conhecimento, gerar novos conhecimentos. Vamos a exemplos práticos? ...

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Conheça o perfil do novo ministro da educação

Postador por: Marcilene Scantamburlo Fonseca Quinan
Publicado em: quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Categoria: Educação

Aloizio Mercadante comandava a pasta de Ciência e Tecnologia     José Cruz/ABr Da Redação do Todos Pela Educação* O novo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, assume o cargo com grandes desafios pela frente. Em sua gestão, ele deverá aprovar o novo Plano Nacional de Educação e gerenciar questões polêmicas como a logística do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Além disso, também precisará melhorar a formação dos professores e valorizar a carreira docente. Você conhece a biografia de Aloizio Mercadante? Nascido em 13 de maio de 1954, em Santos (SP), Aloizio Mercadante Oliva é formado em economia pela Universidade de São Paulo (USP) e é mestre e doutor em economia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O novo ministro também é professor licenciado na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e na Unicamp. Vida política Mercadante participou da elaboração dos programas de governo do Partido dos Trabalhadores (PT) e foi coordenador nas eleições presidenciais de 1989 e 2002. Em 1990, assumiu seu primeiro mandato como deputado federal. Em 1996, foi candidato a vice-prefeito de São Paulo. Em 1999, voltou à Câmara dos Deputados, onde participou de comissões na área econômica. Presidiu a Comissão de Economia, Indústria e Comércio (1999), foi líder da Bancada do PT (2000) e membro das comissões de Relações Exteriores e Defesa Nacional e de Finanças e Tributação (2001). Eleito para o Senado em 2002, Mercadante foi líder do governo, até junho de 2006, quando foi candidato do PT ao governo de São Paulo. E ...

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Universidades e escolas do Ensino Médio e Fundamental estreitam laços

Postador por: Web Admin Master
Publicado em: segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Categoria: Educação

Universidades e escolas podem ser parceiras e contribuir para elevar a qualidade da educação no país. Prova disso são os projetos realizados pelas instituições de ensino superior, que abrem cada vez mais suas portas para alunos do Ensino Médio e Fundamental. A Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) realiza anualmente o evento Uerj Sem Muros, no qual apresenta a produção acadêmica da instituição realizada em diversas áreas de conhecimento. Entre as atividades promovidas durante os cinco dias de evento, o Espaço Ciência se destaca pelo diálogo que estabelece com alunos do Ensino Fundamental e Médio de escolas públicas e particulares.   Uerj Sem Muros (Foto: Divulgação) “Esse ano recebemos dois mil alunos e professores do Ensino Fundamental e Médio de escolas públicas e privadas. Nosso Departamento de Extensão contata as escolas previamente, e organizamos os dias de visitas de acordo com a preferência da escola pelas atividades e a proximidade de cada uma em relação à universidade. Disponibilizamos ônibus para transportar alunos e professores das escolas, inclusive com prestadores de serviços da universidade ajudando os motoristas a encontrar o melhor caminho. Recebemos alunos de outros municípios, como Magé, Queimados... Nosso objetivo é facilitar o acesso dos alunos. Os trabalhos acadêmicos são apresentados de forma lúdica e isso desperta o interesse dos alunos, quem sabe se tornem futuros físicos, matemáticos, químicos...”, explica Nadia Pimenta Lima, diretora do Departamento de Extensão da Uerj. O evento conta também com a participação de profissionais das áreas de saúde, educação, meio ambiente, direitos ...

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Países pobres são incentivados a usar a Web para crescer

Postador por: Web Admin Master
Publicado em: sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Categoria: Educação

Com os negócios online servindo como um dos principais propulsores de crescimento econômico, uma das maiores prioridades para os países em desenvolvimento deveria ser a infraestrutura de que seus cidadãos precisam para se conectar à Internet, disseram delegados presentes a uma conferência em Nairóbi esta semana. O potencial da Internet de elevar os padrões de vida está sendo mal aproveitado nos países em desenvolvimento, onde apenas 21 por cento da população têm acesso à rede, ante 69 por cento nos países desenvolvidos. Em estudo publicado meses atrás a consultoria McKinsey constatou que a Internet respondeu por 21 por cento do crescimento econômico nas economias maduras, e que o movimento anual do comércio eletrônico já é da ordem de quase oito trilhões de dólares. Mas regiões como a África, às quais falta a infraestrutura de banda larga disponível nas economias maduras, enfrentam dificuldades para convencer as operadoras de telecomunicações a investir nas redes móveis necessárias a levar a Internet às massas --especialmente porque as massas contam com pouca renda disponível para compensá-las por esse investimento. "Não há como os países em desenvolvimento ficarem parados esperando, porque as atividades online propelem o crescimento das atividades fora da rede", disse Joe Mucheru, que comanda as operações do Google na África subsaariana. Os participantes do Internet Governance Forum, um evento promovido pela ONU, disseram que existe necessidade de expandir a infraestrutura, a começar dos cabos submarinos e redes sem fio, nos mercados em que a principal forma de conexão com a Web é por meio de telefone celular. Um aumento da capa ...

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Mercado de tablets deve crescer 260% em 2011

Postador por: Web Admin Master
Publicado em: sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Categoria: Educação

Segundo o Gartner, 63,6 milhões de unidades serão vendidas este ano; participação da Apple vai cair de 83% para 73,4%. As vendas mundiais de tablets para o mercado doméstico devem crescer mais de 260% em 2011, com 63,6 milhões de unidades comercializadas no período. De acordo com o instituto Gartner, o ritmo deve continuar forte até 2015, quando serão vendidos 326 milhões de aparelhos. Apesar de ter sua participação reduzida, a Apple continuará a liderar com folga. Em 2010, a companhia tinha 83% do market share com o iPad, número que deve cair para 73,4% em 2011.  “A Apple deve manter a liderança na participação de mercado, com mais de 50%, até pelo menos 2014”, afirma Carolina Milanesi, vice-presidente de pesquisa do Gartner. Como relação aos tablets com Android, o sistema operacional da Google deve estar presente em 11 milhões de unidades vendidas em 2011, com 17,3% de participação, contra 14,3% do ano anterior. Site: IDG Now Data: 23/09/2011 Hora: 12h37 Seção: Computação Pessoal Autor: Redação Macworld Brasil Link: http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2011/09/23/mercado-de-tablets-deve-crescer-260-em-2011/

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Cresce total de alunos fora da série adequada

Postador por: Marcilene Scantamburlo Fonseca Quinan
Publicado em: sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Categoria: Educação

Porcentual no último Censo Escolar foi de 23,6% no ensino fundamental e 34,5% no ensino médio Um em cada cinco estudantes brasileiros do ensino fundamental está atrasado na escola. No ensino médio, pelo menos três em cada dez alunos também estão nessa situação. É o que mostram os dados do Censo Escolar 2010 sobre as taxas de distorção idade-série. O indicador mede a proporção de alunos que não está matriculada na série indicada à faixa etária. Pela legislação que organiza a oferta de ensino no país, a criança deve ingressar aos 6 anos no 1° ano do ensino fundamental e concluir a etapa aos 14. Na faixa etária dos 15 aos 17 anos, o jovem deve estar matriculado no ensino médio. De 2008 a 2010, o percentual de alunos fora da série adequada para a idade registrou leve alta. Em 2008, a taxa era 22,1% no ensino fundamental, passou para 23,3% em 2009 e para 23,6% em 2010. No ensino médio, o percentual era de 33,7% em 2008, foi para 34,4% em 2009 e chegou a 34,5% no ano passado. Para a secretária de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), Maria do Pilar Lacerda, essa estagnação é resultado do arrefecimento da política de progressão continuada. Muitas redes de ensino que tinham como orientação a não reprovação dos alunos nos primeiros anos do ensino fundamental mudaram essas diretrizes. “Isso provocou uma manutenção da reprovação, quando ela é grande causa a distorção idade-série. Hoje já se pensa em políticas de correção de fluxo e de aprendizagem sem usar a reprovação, como o reforço escolar”, explica. Apesar da ...

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